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  • 2011-03-17

    Urgências com atendimento de maior mobilidade e eficácia


    O Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca serve os concelhos de Amadora e Sintra e uma população com cerca de 700 mil habitantes. Integrado na rede do Serviço Nacional de Saúde desde 2008, este hospital conta agora com uma nova cultura de atendimento e mobilidade.

    Com valores assentes na qualidade, efectividade e eficiência, quer dos recursos humanos quer dos materiais e tecnológicos, o hospital deparou-se com a necessidade de substituir a sua infra-estrutura tecnológica, já ultrapassada e em constante manutenção. Atenuar os riscos associados ao facto da frequente partilha de postos de trabalho entre os profissionais de saúde poder induzir a introdução de dados nas fichas dos pacientes errados ou a partilha de perfis, foi também um factor decisivo na procura de uma nova plataforma tecnológica.

     

    A unidade hospitalar procurou não só escolher o sistema informático que mais se adequasse às operações de registo clínico como também apurar qual a plataforma tecnológica que fosse mais confluente com a forma de mobilidade necessária no Serviço e que adequasse meios

    de acesso rápidos, fáceis e seguros. Sem com isso aumentar qualquer custo de adequação dos equipamentos e da sua respectiva manutenção.

     

    Como agilizar o dia-a-dia nas urgências?

     

    À Novabase coube o desafio de implementar um sistema de alta fiabilidade que permitisse a segurança no acesso à informação clínica dos pacientes, diminuísse o tempo de espera no S.O. e agilizasse o dia-a-dia dos profissionais de saúde que trabalham nesta unidade hospitalar.

     

    A disponibilização de um novo serviço – baseado em tecnologia VDI com terminais da Oracle (Sun Ray) - passaria então por permitir aos médicos e enfermeiros aceder, de forma segura, à informação e historial clínico 

  • dos pacientes em qualquer local do edifício, graças aos terminais entretanto implementados pela Novabase. 

     

    Consultas à distância de um cartão 

     

    Nas urgências e S.O. do hospital foram instalados terminais Sun Ray 270, tecnologia que permite transportar a sessão de trabalho para um qualquer terminal existente no edifício ou na rede, mediante a utilização de um smartcard com chip, onde se encontra armazenada toda a informação do paciente. De forma a alargar a utilização desta tecnologia a todos os níveis da organização, o hospital decidiu substituir os cartões de funcionário, incluindo agora a sua informação nos novos smartcards.

     

    A solução adoptada acaba por encurtar o tempo de   

    atendimento dos doentes e garantir uma maior eficiência dos serviços prestados ao assegurar uma maior mobilidade dos profissionais de saúde, que podem agora transportar consigo e consultar a sua sessão de trabalho em qualquer um destes terminais.

     

    Médicos e enfermeiros já podem fazer o atendimento e consulta independentemente da localização dos seus pacientes. Este sistema é sustentado por dois servidores centrais Sun Fire X4150, virtualizados com a solução VMware ESXi que suporta os sistemas operativos Solaris, Windows e Linux. A solução veio centralizar todos os sistemas operativos, anteriormente dispersos fisicamente pelo hospital, possibilitando uma manutenção mais simples e eficiente.

    Um sistema rápido, eficiente e económico  

     

    “Antes deste sistema não tínhamos o acesso rápido à informação dos nossos pacientes, nem a mobilidade que actualmente nos permite mudar de terminal sem nunca perder o acesso directo à informação e aplicações”, garante o Prof. Henrique Martins, Coordenador da Informatização Clínica do Hospital Prof. Doutor Fernando Fonseca.

     

    Porém, as vantagens desta solução não se ficam por aqui. Ao possibilitar que a actualização de software ou hardware seja efectuada no servidor central, reflectindo todas as alterações directamente nos diversos postos de trabalho, esta solução permite a redução dos custos de manutenção e um menor consumo de energia e ruído.

  • Na implementação do sistema, iniciada em 2010 e concluída em 2011, foram tidas em conta não só as necessidades presentes como também as que possam vir a surgir. Neste sentido, a tecnologia foi instalada em ambiente aberto a futuras integrações, protegendo-se os futuros investimentos tecnológicos.

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