passado quatro, cinco ou seis anos, dependendo do tempo que demore a empresa a consolidar-se e a criar valor. Estes fundos existem para remunerar os seus investidores", explica.
As áreas de investimento são várias mas tipicamente a ES Ventures apoia empresas relacionadas com sustentabilidade, sobretudo nas tecnologias limpas; na saúde e bem-estar e de tecnologias de informação.
Baseando-se em indicadores numa óptica de impacto para o País, Joaquim Sérvulo Rodrigues explica: "No ano em que investimos globalmente as vendas atingiram os 130 milhões de euros. Em 2010 venderam, grosso modo, 500 milhões de euros." E dos 2.500 empregos criados por estas empresas, passou-se para cinco mil postos de trabalho.
Empreendorismo
Em parceria com a Universidade Católica, o BES vai lançar um curso para gestores. O Programa Avançado de Gestão e Inovação para empreendedores pioneiro, que vai ser apresentado hoje. A sessão, no BES Arte e Inovação, conta com a presença de Ricardo Salgado, presidente da comissão executiva do BES, Joaquim Góes, administrador do BES, Fátima Barros, directora da Faculdade da Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica Portuguesa, e de Francisco Veloso, coordenador do programa.
Três perguntas a Joaquim Sérvulo Rodrigues, Presidente-executivo da Es Ventures
"As empresas em que investimos têm de ser inovadoras"
Com o lançamento de dois novos fundos para apoiar empresas, a ES Ventures quer gastar 15 milhões de euros em três anos. Mas há 11 anos que a capital de risco apoia projectos inovadores, com um retorno de 10% a 20% para os investidores, diz Joaquim Sérvulo Rodrigues, presidenteexecutivo da capital de risco.
Que características tem de ter uma empresa para que a ES Ventures invista?
As empresas em que investimos têm de ter três características. Ter algo inovador, com alguma propriedade intelectual. Depois, o problema que venham a resolver tem