NOVABASE

NOVABASE

CABEÇALHO

MENU PRINCIPAL

CAMINHO PERCORRIDO

CONTEÚDOS

  • 2012-02-07 | Diário de Aveiro

    Novabase espera que no final do ano 25% da faturação resulte do negócio internacional


    A tecnológica portuguesa Novabase espera que 25 por cento da faturação este ano resulte da atividade internacional da empresa, disse o presidente executivo, Luís Paulo Salvado.

    A tecnológica portuguesa Novabase espera que 25 por cento da faturação este ano resulte da atividade internacional da empresa, disse o presidente executivo, Luís Paulo Salvado 
     
    "Gostava de ter um quarto do total [do volume de negócios] a nível internacional" este ano, afirmou o gestor, na apresentação de resultados anuais da empresa. Questionado sobre a eventualidade de reduzir colaboradores este ano, Luís Paulo Salvado afirmou: "face à informação que temos hoje, acho que não há necessidade de fazermos mais". 

    Em 2011 saíram 100 pessoas da empresa, no âmbito de uma reestruturação que custou 3,5 milhões de euros. Esta reestruturação, adiantou o gestor, visou "capacitar a empresa para o mercado internacional". A aposta da empresa este ano passa pela consolidação da internacionalização.

    Luís Paulo Salvado disse que há duas formas da Novabase estar no mercado internacional: ou está fisicamente ou através de ofertas de produtos onde pode fazer diferenciação. Angola e Espanha são dois países onde a empresa está presente e que vão continuar a fazer parte da estratégia.

  • Moçambique é um dos mercados que a Novabase está a analisar, uma vez que tem projetos no país, mas está tudo em aberto. "Há um sítio que estamos a ponderar abrir, que é Moçambique", afirmou. Luís Paulo Salvado citou ainda o projeto piloto que estão a desenvolver na Indonésia e os projetos no Dubai, que vão continuar. Em relação ao Brasil, a empresa está a olhar "com a perspetiva de oferta na área digital de televisão e infraestruturas avançadas".
     
    Questionado sobre eventuais aquisições, o presidente executivo disse: "se nos surgir alguma oportunidade dentro da nossa estratégia e que nos permita entrar num mercado interessante ou em novos mercados", isso poderá ser uma hipótese, mas não está nada decidido. 
     

     

    Sobre um eventual interesse na compra da Edisoft ou da Emprodef-ti, Luís Paulo Salvado reiterou que a tecnológica considera que "estas duas empresas são interessantes". Já em relação ao processo de produção do avião militar da Embraer, KC-390, a Novabase manifestou igualmente interesse e disse estar em contactos, escusando-se a avançar mais pormenores.

     

     

     

RODAPÉ